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Modos de Ventilação Mecânica

A atual geração de ventiladores permite a substituição parcial ou total da função do aparelho respiratório, existindo hoje um consenso para a utilização de métodos que privilegiem a autonomia do doente. Estes permitem de modo mais fisiológico:
-> Aumentar a adaptação do doente ao ventilador.
-» Diminuir a ocorrência de pressões intratorácicas elevadas, com consequente diminuição das complicações da ventilação mecânica.
Prevenir a atrofia dos músculos respiratórios, em especial do diafragma, facilitando o desmame.
A escolha do método ventilatório ótimo numa dada situação clínica, num dado doente e num dado momento no tempo deve ser sempre feita cuidadosamente, pelo que se devem conhecer em profundidade os vários modos ventilatórios disponíveis na prática clínica.
Atualmente, utiliza-se preferencialmente a chamada ventilação por pressão positiva: durante o ciclo inspiratório o ventilador gera uma pressão positiva nas vias aéreas que força a expansão dos pulmões. Outro tipo de ventiladores, ditos de pressão negativa, foram utilizados em especial nas primeiras décadas de ventilação mecânica.
De forma a obter uma ação válida no sistema respiratório, o ventilador de pressão positiva tem de ser conectado ao doente por uma interface que garanta um selo pneumático eficaz. Dois tipos de interface podem ser usadas:
– Máscara (facial, oral ou nasal) ou capacete – ventilação não invasiva (NIV).
– Tubo endotraqueal (ou traqueostomia) – ventilação invasiva.