farmacos030809
Terapêutica

Em epilepsia, o tratamento tem como objetivos abolir as crises sem atingimento físico ou psíquico do indivíduo. O sucesso do mesmo ultrapassa largamente a administração de medicação apropriada. A aceitação da doença pelo doente e familiares, e fatores como o tipo e horário das crises e o meio socioeconómico do indivíduo influenciam a adoção de um comportamento adequado e a adesão à terapêutica. Pode ser necessário um ajuste de hábitos mas raras são as doenças graves que, causando epilepsia, impedem a integração escolar, profissional, familiar e social.
O doente deve ser instruído sobre:
—» Necessidade da medicação ser tomada regularmente, nas doses prescritas, às horas apropriadas.
—> Objetivos e riscos da terapêutica.
—> Importância que a sua conduta pode ter nos resultados a longo prazo.
—> Necessidade de informar a outros médicos o nome da medicação.
—> Potenciais riscos de lesão em caso de crise (por exemplo, tomar duche com o ralo da banheira fechado, praticar alguns desportos radicais ou aquáticos sozinho).
—» Hábitos que podem condicionar agravamento das crises, tais como privação de sono, ingestão de bebidas alcoólicas ou estupefacientes.
A qualidade do aconselhamento melhora substancialmente se o indivíduo for orientado para:
—> Procurar orientação profissional de acordo com as limitações que a epilepsia implica.
– Conhecer as leis em vigor sobre atividades sociais como a condução de veículos motorizados.
– Conhecer os direitos sociais dos quais possa beneficiar. Todos estes aspetos podem ser reforçados por uma pequena brochura escrita. Mesmo que a evolução seja favorável, deve haver uma vigilância clínica regular.

Algumas Etiquetas


cirurgia de hemorroida,cricotomia,herpes génital,fissura anal,radioterapia,trinitrato de glicerina,urticaria,leucocitos 14000,meralgia parestésica,cirurgia de hemorroidas.

Tambem podera gostar -