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Terapêutica (Tripanossomíase Humana Africana)

A terapêutica da tripanossomíase humana africana é a mais difícil de efectuar entre as doenças infecciosas tropicais de transmissão por vectores.
Torna-se imprescindível definir em que fase se encontra a doença, pelo que, para além da clínica, é sempre necessário efectuar a punção lombar com exame parasitológico, citológico e químico do liquor.
Os medicamentos utilizados apresentam toxicidade elevada, sendo mesmo muito elevada para as antimoniais (melarsoprol).
Na fase não nervosa, utiliza-se a pentamidina ou a suramina para o T.b.gambiense, e na falência destes, o melarsopprol ou a eflornitina (DMFO).
Na fase de agressão do sistema nervoso central, que é bem mais definida para o T.b. gambiense, o fármaco base e mais activo continua a ser o melarsoprol, com toxicidade elevada (encefalopatia arsenical) que chega a atingir uma mortalidade de 15-20% mesmo se adequadamente utilizado. O uso simultâneo de corticóides injectáveis é a única medida com alguma eficácia contra esta enorme toxicidade (uso só justificado numa doença e fase em que a mortalidade sem terapêutica é de 100%).
A associação de melarsoprol e de nifurtimox pode usar-se nos casos mais resistentes à terapêutica.

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