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Terapêuticas de fundo (Espondilartrites)

– Terapêuticas de fundo – ao contrário do que se passa com a artrite reumatóide, não parecem existir drogas capazes de influenciar o curso da doença ou de retardar o processo de ossificação. A salazopirina é, porém, a droga mais correntemente utilizada com esse fim nas espondilartrites. Alguns estudos efetuados mostraram alguma eficácia nos envolvimentos articulares periféricos, e escassa nos axiais. No envolvimento periférico, o seu uso deve, no entanto, ser protelado nas situações de resolução espontâneas dos sintomas, nos envolvimentos oligoarticulares ou nas situações muito evoluídas. Um efeito adicional parece encontrar-se no tratamento das uveítes ao reduzir o número de células e ao melhorar a acuidade visual. Os efeitos secundários são raros, sendo referidos mais frequentemente as manifestações gastrintestinais, pelo que a sua introdução deve ser efetuada de forma progressiva (um aumento semanal de 500 mg até 1 dose máxima de 6 g/dia). Será necessário um mínimo de 16 semanas antes de a considerarmos ineficaz. Após 2 anos de remissão, a sua suspensão deverá ser equacionada sob vigilância clínica e laboratorial.
Drogas utilizadas na AR como o metotrexato, os sais de ouro, a D-penicilamina e os antimaláricos são por vezes utilizadas nas espondilartrites, sobretudo nas formas crónicas com envolvimento periférico, embora para muitas delas os estudos controlados contra placebo sejam escassos ou mesmo inexistentes. Uma chamada de atenção para o metotrexato, fármaco correntemente utilizado como terapêutica de rundo na artrite psoriática com eficácia demonstrada e que parece ser também eficaz nas espondilites anquilosantes resistentes aos AINEs e à salazopirina, bem como nas artrites reativas com curso agressivo.

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