Toxicodermias y Sindromes de hipersensibilidad a farmacos - Figura 2

Qualquer molécula, por mais simples que seja, pode ser indutora de reacções tóxicas ou alérgicas.
São conhecidos os medicamentos mais frequentemente implicados e os respectivos padrões clínicos, mas existem variações relacionadas com os hábitos terapêuticos e as afecções mais comuns de cada país e região.
Os padrões morfológicos/clínicos de toxidermias podem ser localizados ou difusos. Estes podem ser simples se afectam exclusivamente a superfície cutânea (acompanham-se frequentemente de prurido, ocorrem nos primeiros 10 dias após a instituição da terapêutica responsável e menos de 48 horas após a sua reintrodução) ou complexos se afectam outros órgãos, podendo ocasionar hepatite, nefrite, linfadenopatias, eosinofilia e agranulocitose, acompanhando-se sempre de febre. Destes, os mais importantes são a síndrome de Stevens-Johnson, a necrólise epidérmica tóxica ou síndrome de Lyell (com descolamento epidérmico generalizado e envolvimento das mucosas), e a síndrome de hipersensibilidade (que pode evoluir com lesões purpúricas, bolhosas ou descamativas).
Nos primeiros, os fármacos mais frequentemente envolvidos são sulfonamidas-anticonvulsivantes, AINEs, barbitúricos e alopurinol, entre oiutros. Na síndrome de hipersensibilidade, os anticonvulsivantes são os medicamentos mais frequentemente imputados.
Das formas exantemáticas simples, salientam-se os padrões morbiliforme e escarlatiniforme, com máculas e/ou pápulas dispersas; formas em toalha, em que há confluência destas lesões elementares em grandes áreas; e eritrodérmicas, com envolvimento de todo o tegumento, fazendo fronteira com as formas de toxidermias complexas, atendendo à existência de alterações sistémicas, de termorregulação e equilíbrio hidroelectrolítico.
Das formas localizadas, destaca-se o eritema fixo, que se traduz habitualmente por uma lesão única: mancha eritematosa, que evolui para infiltraição, por vezes bolha, e regride deixando mancha residual cinzento-acastanhada persisstente, e que reaparece em menos de 48 horas no mesmo local, com as mesmas características, sempre que há ingestão da mesma molécula. Os medicamentos mais frequentemente envolvidos são os AINEs, incluindo o ácido acetilsalicílico, os antibióticos e sulfonamidas, e os anticonvulsionantes, principalmente a carbamazepina.

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