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Tratamento (Candidíase)

Para além da terapêutica geral enunciada para as dermatofitias, a terapêutica da candidíase tem que ser coadjuvada pela correcção dos factores locais ou gerais subjacentes.
A limpeza adequada e o arejamento das pregas cutâneas, bem como o controlo e tratamento de qualquer situação clínica manifesta ou latente, são fundamentais para a erradicação do quadro clínico.
Na maior parte dos casos de candidíase da pele, é eficaz a aplicação de antifúngico tópico até completa resolução do quadro clínico, devendo reservar-se a administração do antifúngico sistémico unicamente para as situações em que o défice imunitário ou o difícil controlo da situação subjacente impossibilitem a cura rápida da micose.
A candidíase das mucosas oral e vaginal implica, quase sempre, o uso de antifúngico sistémico e, na prática clínica diária, utiliza-se geralmente o fluconazol na dose de 50 mg/dia ou 150 mg/semana p.o., 1-2 semanas.
Na candidíase vaginal deverão utilizar-se, concomitantemente, antifúngicos tópicos sob a forma de creme ou óvulos vaginais.
Na monilíase oral a aplicação tópica de nistatina (em gotas) continua a ser eficaz na maior parte dos casos.

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