Alopecia-Areata-3
Tratamento II (Alopecia Areata)

Se a monoterapia tópica isolada com minoxidil ou com um corticóide não for eficaz, podem associar-se as duas: aplicação de minoxidil e, 30 a 60 minutos depois, um creme de dipropionato de betametasona, 2xdia.
– Antralina – a antralina é uma substância irritante que parece induzir o crescimento de cabelos através de um mecanismo de acção ainda não totalmente esclarecido. Dada a sua acção irritante, utiliza-se em regime short contact a 1%, durante 20 a 60 minutos, em regra 1-2 horas após a aplicação de minoxidil.
– Imunoterapia tópica – deve apenas ser efectuada em centros e por dermatologistas treinados. Consiste na indução e elicitação periódica de uma dermite de contacto alérgica a substâncias não presentes habitualmente no meio ambiente natural ou industrial, como a difenilciclopropenona ou o dibutil éster do ácido esquárico. Têm uma acção imunomoduladora local, que estará na base do refreamento dos processos imunológicos, que conduzem à alopecia areata.
– Fotoquimioterapia com PUVA (associação de psoraleno+irradiação com ultravioleta A) tem resultados muito variáveis, sendo assim considerada uma terapêutica de recurso, a qual, de igual modo, apenas deverá ser efectuada por dermatologistas. Preferencialmente deve ser feito PUVA tópico, passando-se para o sistémico se surgir fototoxicidade marcada, limitante do tratamento. O mecanismo pelo qual o PUVA actua parece ser também imunomodulador.
—> Corticoterapia sistémica – é geralmente eficaz, mas apenas deverá ser utilizada em casos excepcionais, devido aos efeitos secundários e ao facto de não alterar o prognóstico da doença a longo termo.
Nas crianças com menos de 12 anos pode iniciar-se o tratamento com a aplicação 2xdia de creme de dipropionato de betametasona, seguido, se necessário, pela sua combinação com o soluto tópico de minoxidil a 2% ou com creme de antralina, com os cuidados já referidos. Embora não se encontrem reportados efeitos secundários sistémicos da corticoterapia tópica em crianças com alopecia areata, é aconselhável uma monitorização cuidadosa da sua curva de crescimento como marcador da supressão do eixo hipotálamo-hipófise-supra-renal. A imunoterapia tópica, o PUVA sistémico e a corticoterapia sistémica não se utilizam, por regra, nas crianças.
Um acompanhamento a nível psicológico pode ser necessário nestes doentes e não deve ser descurado. A utilização de prótese capilar e o desenho com lápis ou tatuagem das sobrancelhas pode também ser aconselhado em determinadas circunstâncias.

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