1-verrugas-genitales
Tratamento II (Condilomas)

A terminar, é preciso referir várias medidas que não podem ser esquecidas na abordagem do doente com condilomas:
—» O diagnóstico de condilomas venéreos deve levar sempre ao exame do parceiro sexual, de preferência em consulta especializada onde possa ser realizada colposcopia ou peniscopia. Idealmente, todos os casos do sexo feminino deveriam ser encaminhados para consultas pluridisciplinares de Dermatovenereologia/Ginecologia.
—> Dado que os tratamentos conhecidos não destroem o VPH, o risco de contágio pode manter-se depois da cura clínica. Há, por isso, quem advogue que as medidas preventivas em contactos sexuais, nomeadamente o uso de preservativo, cuja eficácia é posta em causa, devem ser observadas por períodos de 6 a 12 meses.
—» O contágio do recém-nascido durante o parto em mulheres infectadas é possível e pode originar uma situação clínica gravíssima de papilomatose respiratória. A frequência com que tal acontece parece ser pequena, da ordem de um caso em 400 partos. Dada esta baixa frequência e o facto de a papilomatose também poder ser observada em crianças nascidas por cesariana, há alguma controvérsia sobre a necessidade desta. Prevalece a ideia de que deve ser feita. Quando o volume dos condilomas impede o parto normal, é obrigatória.
—> Os condilomas anogenitais em crianças são raros. Quando observados, é preciso encarar a possibilidade de abuso sexual, que não é habitualmente confirmada.
—» Na infecção pelos VPH 6, 11, 16, 18, 31 e 33, o risco oncogénico é maior. O acompanhamento subsequente destes casos deve ser cuidadoso, incluindo, obrigatoriamente, consultas periódicas de Dermatovenereologia/Ginecologia.

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