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Tratamento II (Vitiligo)

A associação da fototerapia com outras terapêuticas, em especial com os corticoides tópicos ou com os inibidores da calcineurina, parece ter um efeito superior à fototerapia ou tópicos utilizados isoladamente.
– Despigmentação – se mais de 50% da superfície cutânea está atingida, a despigmentação da pele não afectada pode ser ponderada. Contudo, o agente despigmentante utilizado, o monobenzil éter de hidroquinona, que destrói irreversivelmente os melanocitos, não existe actualmente no mercado.
-Terapêutica cirúrgica – várias técnicas cirúrgicas têm sido desenvolvidas como meio de colocar na pele com vitiligo melanócitos funcionais produtores de melanina. Nelas se incluem os minienxertos, enxertos de pele total e enxertos de bolhas epidérmicas.
O transplante de melanócitos autólogos provenientes de cultura in vitro parece ser também promissor. O recurso a estas técnicas só é feito em casos de vitiligos estáveis e recalcitrantes às terapêuticas médicas, e em centros dermatológicos particularmente vocacionados para o efeito.
– Tratamentos alternativos – vários tratamentos alternativos ou experimentais têm sido propostos. São de referir a L-fenilalanina oral associada a UVA, eficaz no vitiligo infantil, a kelina oral ou tópica associada a UVA ou a radiação solar, a melagenina tópica associada a radiação solar ou a infravermelhos e a pseudocatalase tópica e cálcio associados a UVB. A utilização de ervas medicinais chinesas carece de confirmação científica. Áreas de vitiligo particularmente recalcitrantes podem ser tatuadas com micropigmentos permanentes.

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