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Tratamento no domicílio – Escolha do antibiótico

A correcta administração e cumprimento da antibioterapia são factores críticos para o seu sucesso, devendo ser activamente promovida e ponderada a necessidade de internamento para os casos em que não esteja devidamente assegurada.
Na PAC de gravidade ligeira a moderada em doentes com menos de 50 anos e sem co-morbilidades significativas, passíveis de serem tratadas no domicílio, os agentes mais prováveis incluem S. pneumoniae, H. influenzae, Mycoplasma pneumoniae e Chlamydophila pneumoniae. A elaboração de uma recomendação universal para este grupo de doentes é, actualmente, dificultada pelos seguintes factores:
– Taxa elevada de resistências de pneumococo aos macrólidos em Portugal (>20% 2007), parecendo particularmente relacionada com a utilização de azitromicina, e reduzida actividade destes fármacos contra H. influenzae.
– Os P-lactâmicos não são adequados para o tratamento dos agentes intracelulares.
– As FQ disponíveis (tendo em conta as restrições por motivos de segurança actualmente associadas à moxifloxacina pela Agência Europeia do Medicamento, EMEA) têm uma actividade intrínseca reduzida contra pneumococos, embora a boa concentração, obtida nas secreções respiratórias e os resultados de estudos clínicos permitam admitir uma boa actividade da levofloxacina.
– Os estudos disponíveis com doxiciclina são relativamente antigos, proporcionando níveis mais baixos de evidência.

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