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Tratamento no Hospital – Escolha do antibiótico inicial

No doente com critérios de internamento hospitalar, devem ser ponderados os factores de risco para o envolvimento de agentes infecciosos específicos, designadamente a possibilidade de aspiração, as co-morbilidades significativas e a exposição recente a antibióticos.
Tendo em conta que os agentes etiológicos implicados têm origem na comunidade, aplicam-se as mesmas considerações feitas relativamente à pneumonia tratável no domicílio quanto à escolha dos antibióticos de acordo com o perfil esperado de susceptibilidade.
A terapêutica inicial deve incluir, de preferência e tendo em conta as recomendações actuais, um P-lactâmico em combinação com um macrólido. De facto, alguns estudos apontam para alguma vantagem desta associação em termos da redução da duração da estadia hospitalar e da mortalidade, mas nem sempre estes benefícios são igualmente significativos. Por outro lado, o benefício da associação de um P-lactâmico com uma quinolona não foi evidente. Embora a monoterapia com levofloxacina ou moxifloxacina possa ser uma alternativa aceitável em termos de eficácia, os riscos associados à utilização alargada de quinolonas em meio hospitalar, designadamente quanto à emergência de doença associada ao Clostridium difficile e à menor evidência de eficácia em doentes com pneumonia grave devem recomendar a sua utilização apenas nos doentes intolerantes aos esquemas em combinação propostos.

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