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Em Portugal, a taxa de seroprevalência de anticorpos contra o vírus Varicella zoster era, em 2002, >80% em todos os grupos etários acima dos 6 anos, indicando uma taxa elevada de infecção natural até essa idade.. Estão disponíveis duas vacinas, ambas atenuadas, a mais recente das quais, licenciada nos EUA em 2006 (“vacina da zona”), demonstrou alguma eficácia quer na redução da frequência de zona, quer na duração e intensidade da nevralgia pós-herpética, em indivíduos a partir dos 60 anos. A ACIP recomenda a sua utilização em indivíduos com mais de 60 anos (e apenas a partir desta idade) que não tenham contra-indicações para a sua administração (designadamente, portadores de doenças associadas, de forma directa ou por via iatrogénica, a depressão do sistema imunitário e em grávidas). A vacina da zona é bastante imunogénica e não necessita de reforço. Geralmente bem tolerada, não deve ser administrada a doentes na fase aguda da zona, indivíduos medicados com fármacos anti-herpéticos, tratados recentemente com imunoglobulinas ou sob tratamento para a TB (tuberculose ).
A utilização da vacina atenuada baseada na estirpe Oka poderá ser considerada, após a ponderação do risco/benefício, em indivíduos sem imunidade prévia e com risco elevado de exposição, tais como nas mulheres em idade fértil, profissionais de saúde, profissionais em contacto diário com crianças, militares e viajantes internacionais. Está contra-indicada em doentes com patologia ou medicação imunossupressora, grávidas (ou planeando gravidez nos 3 meses seguintes), em doentes medicados com anti-herpéticos e imunoglobulinas. Em crianças, podem ocorrer febre e exantema em até 5% dos vacinados, estando descritos casos raros de zona atribuída à estirpe vacinai em crianças e adultos.

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