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As vaginites constituem causa de sintomatologia frequente na população feminina, sendo por isso motivo de um grande volume de consultas de ginecologia. São também responsáveis por dor e desconforto genital que, quando intensos, podem ter consequências importantes em termos de abstinência laboral/escolar, actividade sexual/relacionamento conjugal.
A sintomatologia associada às vaginites é muito variável, e pode ter um largo espectro de etiologias. As causas mais comuns de vaginite são a vaginose bacteriana (22-50% das mulheres sintomáticas); candidíases vulvovaginais (17-39%) e tricomoníases (4-35%); 7 a 72% das mulheres com vaginite podem permanecer sem diagnóstico. Neste último grupo, a sintomatologia pode ser causada por situações como vaginite atrófica, química, alérgica, alterações dermatológicas vulvares e vulvodínia.
A acrescentar ao diagnóstico diferencial que esta situação coloca, existe o facto de se encontrarem frequentemente associadas a DTS (doenças transmitidas sexualmente), e a resultados reprodutivos adversos em mulheres grávidas e não grávidas.
O tratamento implica um diagnóstico correcto e deve ser direccionado, sempre que possível, para a etiologia. Está ainda por definir uma conduta terapêutica consensual em situações específicas como a gravidez, a pós-menopausa, as diabéticas e as mulheres com infecção pelo VIH.

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