Gardnerellavaginalis
Vaginose Bacteriana

A VB (vaginose bacteriana) é a infecção vaginal mais prevalente, no entanto, 50% das mulheres afectadas estão assintomáticas. A vaginose bacteriana está associada à perda de lactobacilos produtores de peróxido de hidrogénio, e ao desenvolvimento de múltiplas espécies de bactérias, sendo as mais frequentemente encontradas a Gardnerella vaginalis, Mycoplasma hominis, Bacterioides, Peptostreptococcus e outros aneróbios.
Em mulheres não grávidas, a VB foi associada a várias infecções do aparelho reprodutor como DIP (doença inflamatória pélvica), infecções após procedimentos ginecológicos, facilitação da infecção por VIH e HSV2. O tratamento da VB, antes de manipulação ginecológica ou histerectomia, reduz significativamente o risco de complicações infeciosas pós-operatórias. Em contrapartida, não existe evidência de que o tratamento da VB em mulheres assintomáticas ajude a diminuir a taxa de infecção por VIH, HSV ou a incidência de DIP. Na mulher grávida, a VB pode estar associada a APPT (ameaça de parto pré-termo)/PPT (parto pré-termo), RPPM (ruptura prematura pré-termo de membranas), RCIU (restrição de crescimento intra-uterino) e a aborto espontâneo, pelo que a vaginose sintomática na gravidez deve ser sempre tratada.

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