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Em vítimas de violência sexual, designadamente nos casos em que esteja comprovada a ocorrência de coito vaginal ou anal, está indicada a utilização de medidas destinadas a prevenir a ocorrência de doenças de transmissão sexual, a par com as medidas de apoio médico-cirúrgico geral, incluindo o apoio psicológico, e das destinadas a evitar a gravidez. Para além da profilaxia pós-exposição dirigida aos VIH e (VHB) da hepatite B, deve ser considerado o risco relacionado com infecções bacterianas, designadamente, a gonorreia, as infecções por Chlamydophila trachomatis, por Trichomonas vaginalis e por bactérias relacionadas com vaginose bacteriana (Gardnerella vaginalis). A intervenção com QP das infecções bacterianas deve ser feita tão precocemente quanto possível, idealmente antes de 4 horas e, de preferência, não mais de 72 horas após o acidente, embora deva ser salientada a necessidade de avaliar cada caso de acordo com as circunstâncias da exposição e com as características individuais da vítima.
Os esquemas de antibioterapia recomendados são:
– Ceftriaxona – 250 mg i.m., em toma única + metronidazol 2 g p.o. em toma única + doxiciclina 100 mg 12/12 horas durante 7 dias.
– Azitromicina – 1 g, p.o., em toma única + metronidazol 2 g p.o. em toma única. Este esquema aproveita a utilidade terapêutica da azitromicina.

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