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O risco de ocorrência de infecção após exposição acidental por picada com instrumentos corto-perfurantes contaminados está estimado em 1,5%, embora estes valores possam apresentar variação considerável (até 22%). Não está, actualmente, disponível vacina contra este vírus e, embora esteja demonstrada a eficácia da associação do interferão com a ribavirina no tratamento da infecção crónica, a utilidade da QP com estes fármacos em casos de exposição acidental não está comprovada, sobretudo tendo em conta a elevada taxa de ocorrência de reacções adversas potencialmente graves com esta combinação medicamentosa. A utilização de imunoglobulina específica como forma de profilaxia pós-exposicional também não revelou utilidade em estudos no modelo animal (primatas). Deste modo, para além da aplicação atempada e correcta das medidas de carácter geral acima enumeradas e do esclarecimento e informação da vítima de acidente quanto ao risco de contrair e transmitir esta infecção, deve ser despistada a infecção pre-existente através de análises feitas logo após a exposição e uma reavaliação serológica 4-6 meses após o acidente. A determinação de carga viral do VHC apenas está recomendada em indivíduos que apresentem serologia positiva, e deve ter em conta que os valores da carga viral do VHC podem apresentar flutuações consideráveis durante os primeiros meses da infecção. Nos casos em que se comprove infecção relacionada com o acidente, não está também claramente demonstrado o benefício da intervenção terapêutica precoce com interferão+ribavirina, embora esta deva ser considerada e discutida com especialistas.

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